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SÃO PAULO – Certificados de recebíveis imobiliários, os CRI, são opções que todo investidor que entende de debênture deveria considerar, de acordo com o especialista Eduardo Cazassa, mestre em finanças pela FGV e sócio da NewEstate Investments.
Ao acompanhar esse formato de investimento, o estudioso descobriu que uma debênture e um CRI de mesmo risco têm uma diferença de pelo menos um ponto percentual em rendimento. O CRI, que é sempre isento de Imposto de Renda, renderá mais quase invariavelmente se considerado o mesmo perfil de risco, de acordo com ele.
Os CRI foram a temática desta sexta-feira no programa Fundos Imobiliários, que vai ao ar semanalmente às 15h40 com apresentação do professor do InfoMoney Educação Arthur Vieira de Moraes.
Eles explicaram que os títulos dizem respeito a créditos nominativos lastreados em créditos imobiliários, que têm riscos em liquidez e em crédito, mas que costumam trazer mais de uma garantia para casos de calote. Confira o programa na íntegra abaixo: