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As taxas dos títulos do Tesouro Direto começaram a terça-feira (17) em queda, movimento atenuado após divulgação de dados de varejo nos Estados Unidos.
Os juros brasileiros enfrentam pressão vinda dos EUA. Isso porque as vendas no varejo americano subiram 0,7% em setembro ante agosto, muito acima dos 0,3% estimados por analistas consultados pela FactSet. O volume de vendas chegou a R$ 704,9 bilhões no mês passado, segundo dados com ajustes sazonais divulgados hoje pelo Departamento do Comércio.
Após a divulgação, as taxas das Treasuries dos Estados Unidos passaram a subir. O papel de 10 anos pagava 4,81% ao ano ante 4,71% no ajuste anterior.
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No Brasil, o volume de serviços caiu 0,9% em agosto ante julho, segundo dados divulgados hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O número frustrou as projeções do mercado, uma vez que o consenso Refinitiv projetava alta de 0,4% na base mensal e de 2,8% na comparação anual.
No Tesouro Direto, o prefixado com vencimento em 2033 pagava 11,69% ao ano na segunda atualização do dia ante taxa de 11,83% ontem no início da sessão de ontem. A rentabilidade do Tesouro Prefixado 2029 caía de 11,53% para 11,39%, enquanto a do Tesouro Prefixado 2026 recuava de 10,84% para 10,69%.
Nos títulos de inflação, destaque para a rentabilidade real do Tesouro IPCA+ 2029, que caía de 5,67% para 5,57% no início da sessão, mas recuperou parte das perdas e agora opera a 5,64%. A rentabilidade real do Tesouro IPCA+ 2045 tinha queda de 5,93% para 5,91%, enquanto a do título com vencimento em 2055 recuava de 5,90% para 5,88%.
Confira os preços e as taxas dos títulos públicos disponíveis para compra no Tesouro Direto na tarde desta terça-feira (17):

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