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Depois de cair para o menor nível desde agosto, o Ibovespa Futuro opera com leve alta nos primeiros negócios desta quinta-feira (16), com investidores globais de olho nos movimentos dos reguladores suíços para apoiar o Credit Suisse.
Um dia após a queda acentuada das ações do banco, que provocou temores de que uma crise bancária tivesse se espalhado pelo sistema financeiro global, o banco anunciou na noite da última quarta-feira (15) que pretende exercer a sua opção de tomar empréstimos de até 50 bilhões de francos suíços (US$ 53,68 bilhões) do Banco Nacional Suíço por meio de uma linha de empréstimo coberta e uma linha de liquidez de curto prazo.
Nesse contexto, as turbulências nos mercados globais podem forçar o Banco Central Europeu (BCE) a se desviar dos planos de outro forte aumento das taxas de juros nesta quinta-feira devido a temores de uma nova crise financeira, mesmo com a inflação elevada. A decisão da autoridade monetária sai às 10h15.
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Mais tarde, a presidente do BCE, Christine Lagarde, falará sobre os rumos da política monetária no bloco europeu.
No Brasil, ainda se aguarda o novo arcabouço fiscal, que está agora nas mãos do presidente Lula. Sem detalhar prazos, Lula sinalizou que a divulgação deve ser feita antes de sua ida à China, prevista para o fim deste mês e que deverá contar com a presença de Haddad.
Às 9h13 (horário de Brasília), o índice futuro com vencimento em abril avançava 0,12%, a 103.770 pontos.
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Ibovespa hoje: acompanhe o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros Ao Vivo
Em Wall Street, os índices futuros operam sem direção definida. Nesta manhã, Dow Jones Futuro caía 0,21%, S&P Futuro recuava 0,10% e Nasdaq Futuro tinha alta de 0,30%.
Os investidores também estão atentos aos principais dados econômicos, incluindo o último relatório de reivindicações de desemprego na semana passada.
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Dólar
O dólar comercial operava com baixa de 0,33%, cotado a R$ 5,277 na compra e na venda. Já o dólar futuro para abril recuava 0,22%, a R$ 5,293.
No mercado de juros, os contratos futuros operam com alta após queda da véspera. O DIF24 (janeiro para 2024) opera estável, a 12,94%; DIF25, +0,01 pp, a 12,07%; DIF26, +0,02 pp, a 12,24%; DIF27, +0,01 pp, a 12,52%; DIF28, +0,01 pp, a 12,74%; e DIF29, +0,02 pp, a 12,95%.
Exterior
Os mercados europeus operam com alta após banco central suíço intervir para ajudar Credit Suisse e antes da divulgação da decisão sobre juros do Banco Central Europeu, que deve elevar os juros em mais 50 pontos-base. Mas o que mais interessa aos investidores no momento é quais serão os próximos passos da autoridade monetária.
Investidores também acompanharão de perto as falas da presidente do BCE, Christine Lagarde, minutos após a decisão sobre política monetária do bloco.
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Ásia-Pacífico
Os mercados asiáticos fecharam com baixa generalizada, com os investidores por lá precificando a turbulência em torno do Credit Suisse, que aumentava os temores bancários na região.
Ainda em destaque, a Coreia do Sul disse que o Japão concordou em suspender as restrições à exportação de três materiais semicondutores para Seul, informou o Ministério do Comércio, Indústria e Energia em um comunicado.
Já a taxa de desemprego da Austrália caiu ligeiramente de 3,7% em janeiro para 3,5% em fevereiro.
Os preços do petróleo operam com alta, se recuperando das mínimas atingidas na sessão passada, com investidores se acalmando após reguladores suíços lançarem uma tábua de salvação financeira para o Credit Suisse.
Na véspera, as cotações do petróleo atingiram os níveis mais baixos desde dezembro de 2021, tendo caído por três dias seguidos. O contrato Brent perdeu quase 10% desde o fechamento de sexta-feira, enquanto o petróleo WTI caiu cerca de 11%.
As cotações do minério de ferro na China tiveram forte baixa na sessão de hoje.